A internet e a expansão do e-commerce

A internet e a expansão do e-commerce

A internet surgiu comercialmente nos anos oitenta, mas foi em torno do ano 2000 que as empresas começaram a inserir sua marca na web e hoje o que percebemos é um crescimento devido à democratização do acesso que se dá principalmente pelo crédito à baixa renda, pela expansão dos serviços de banda larga e pela facilidade através do acesso nas lan houses e cyber café.

 

Os resultados da pesquisa do Ibope/Nielsen em dezembro de 2009 mostraram que há 67,5 milhões de internautas, aproximadamente 40% da população. Destes, 27,5 milhões acessam regularmente a Internet de casa, número que sobe para 36,4 milhões se considerados também os acessos do trabalho (jul/2009). 38% das pessoas acessam a internet diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.

 

Com a expansão e disseminação da internet, o comércio eletrônico deve ser uma das apostas para o varejo no Brasil, pois de cada dez internautas, sete visitam sites de compra. O que contribuiu também para o crescimento do comércio eletrônico foi a entrada das classes populares devido as facilidades oferecidas através do parcelamento das compras. O e-commerce cresce de uma forma consistente e apresenta índices superiores a 20% ao ano.

 

Nos dias atuais, aproximadamente 17 milhões de pessoas compram pela internet e as perspectivas apontam que esse número deverá evoluir rapidamente para vinte milhões, que já é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros on-line. Esses dados mostram que as pessoas estão ganhando confiança para fazer transações financeiras pela internet, então, o próximo passo natural é que essas pessoas adquiram produtos e serviços em lojas virtuais.

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