Clickbaiting: Você não vai acreditar no que vai ler!

Clickbaiting: Você não vai acreditar no que vai ler!

Claro que vai acreditar

 


O sensacionalismo em assuntos, que virou tendência nos e-mails, mídias sociais e blogs, está com os dias contados. Não vai mais funcionar da mesma maneira. Para prover um aumento da visualização e CTR, o titulo ou assunto, precisará ter relação com o conteúdo.

Muitos usam esta técnica; usada corretamente é infalível, pois mexe com a curiosidade do leitor. Sim, ela traz uma receita adicional preciosa para sites com conteúdo precário e repletos de anúncios de terceiros, mas vai além: tem o efeito de distorcer estatísticas, no caso, as estatísticas de visualização. São métricas falsas de sucesso. Definitivamente são.

 

Obviamente, o clickbaiting também é largamente usado no e-mail marketing pelo mesmo motivo e em um lugar muito especial: no assunto do e-mail!!

 

Isso reforça ainda mais a prevalência de conteúdos sem relevância nas buscas, nas caixas de inbox dos e-mails e nas timelines sociais, pois é fato que visualização não significa leitura, efetivamente falando.


E você já deve ter visto chamadas apelativas assim


 

“ n coisas que você não sabia sobre ”
“Você não vai acreditar no que esse cara fez”
“Saiba o segredo de como fazer para ”
“Chocante: fulano de tal fez algo incrível”

E ai você vai ler…..e era só chamariz!!

E isso não deveria ocorrer.

 

O clickbaiting é produtivo quando aliado a um conteúdo de alta qualidade que tenha relação verdadeira com o termo usado como “isca”. No entanto, há muito espaço pra má fé também. Obviamente que anunciantes e grandes companhias são bastante prejudicados ao pagar por anúncios que geram um falso positivo de visualização. E tem gente ganhando muito dinheiro através destas práticas infames.

 


Não é pouco dinheiro. Estamos falando de cifras na casa de milhões por dia. Quem faz prática do clickbaiting sem senso, pode ser muito prejudicado. Por que? Há o alto risco de prejudicar sua reputação com o público. No caso do e-mail marketing, há um impacto adicional; também a reputação com os provedores de serviço de e-mail é posta em risco. Você passa a ser enquadrado tal como um spammer.

 


Isso é ruim, pra quem fornece serviços de e-mail marketing, pra quem faz isto, e pra quem recebe estes conteúdos! A chance do conteúdo ser marcado como spam aumenta dramaticamente.


O Mercado está reagindo contra a prática abusiva


O mercado passou a considerar esse tipo de abordagem, algo indesejado, e as companhias de tecnologia como Facebook, Twitter e Google, já estão suprimindo o alcance desses conteúdos.

Já está acontecendo.
Filtrar clickbait não é diferente de filtrar termos explícitos de spam; os termos são muito genéricos e fáceis de detectar.

 

Como usar o ClickBaiting a seu favor?

Uma coisa precisa ser deixada clara: Clickbaiting não é errado. Errado é ter má fé e enganar. Está técnica pode aumentar muito suas taxas de visualização!


Um estudo de Abril de 2015 realizado pela Return Path mostra que e-mails com assunto baseados em Clickbait tem menor taxa de leitura quando comparado com e-mails cujo os assuntos tinham menos termos deste tipo.

 

Por exemplo, e-mails usando o termo “O segredo de” tiveram visualização muito mais baixa cerca de 9% menos em comparação com os demais e-mails. A palavra “Chocante” fez cair em 1,22% a leitura.


Por outro lado, quando a abordagem utilizada era menos agressiva como “livre-se de” e “O que você precisa saber,” as taxas de leitura ficaram levemente acima da média. O estudo também descobriu que assuntos que geram um senso de urgência estavam entre os melhores desempenhos.

 

Termos que ajudam a “fisgar”


O termo “ainda dá tempo” tem absurdos 15,54 % acima média, e os seguintes termos foram bem sucedidos também:

expiração: 1,63% acima da média
última chance: 1,05% acima da média
tempo limitado: 3,05% acima da média
agora:0,24% acima da média

 


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