E-Commerce cada vez mais democrático

E-Commerce cada vez mais democrático

O total de pessoas conectadas à internet brasileira (em casa, trabalho, lan houses, etc) já chega a 83,4 milhões, conforme pesquisa do IBOPE. Diante desta expansão, não há como não destacar a influência cada vez mais crescente do e-commerce nacional.

 

Neste cenário de ampliação, a classe C segue chamando atenção, uma vez que 60% da população brasileira compõem esta parcela. No e-commerce, não é diferente: a classe média tem conquistado seu espaço, obrigando as lojas virtuais a se adaptarem.

 

Estudiosos já destacam o perfil da classe C como consumidor “mais por menos”, ou seja, um público que exige mais da qualidade dos serviços da loja virtual, possui maiores condições de compra, mas desejam pagar menos por isso.

 

Nesta situação de evidência da popularização em compras virtuais, quem consegue se adaptar às características do cliente, conquista mais consumidores e alcança maiores índices de faturamento, seja para atingir a classe A, B ou C.

 

As diversas possibilidades de segmentação online têm sido responsáveis pela maior aceitação do e-commerce nacional e pelos altos faturamentos, pois, independente da classe social, as vendas virtuais se mostram cada vez mais democráticas e atrativas ao consumidor brasileiro.

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