E-commerce nacional diante do mundo

E-commerce nacional diante do mundo

Atualmente, o comércio eletrônico nacional agrega-se diante de referências internacionais, estando o Brasil entre os 10 primeiros países com grande potencial de comercialização via internet, ocupando a sétima posição.

 

Estudos apontam este ranking com a seguinte colocação: Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Brasil. Contudo, pesquisas e estimativas indicam que o comércio eletrônico brasileiro, até 2015, deverá ficar atrás apenas dos EUA, China e Japão, alcançando, assim, o 4º lugar.

 

Mas o e-commerce nacional tem estrutura para tudo isso? Claro que tem! As vendas virtuais expandem a cada ano e o comércio eletrônico já completa 8 anos consecutivos de constante crescimento no mercado nacional. Sem contar o impacto das negociações e do faturamento na própria economia brasileira.

 

O total de consumidores na web já soma cerca de 32 milhões em todo o país e o setor virtual já se apresenta muito mais amadurecido diante do mercado, seja na estruturação de lojas, como na postura dos próprios empreendedores e no avanço da tecnologia que favorece muito o consumo online.

 

Além disso, estratégias de mercado para a satisfação do e-consumidor e conquista de novos clientes estão mais evidentes e bem trabalhadas por parte das lojas virtuais, como: políticas de fidelização, logística, segurança, privacidade, pagamento, trocas, devoluções, atendimento e relacionamento. Esses aspectos são muito importantes, principalmente, porque o público virtual se mostra cada vez mais ativo e exigente.

 

Não tem como negar: o comércio eletrônico nacional é tendência de sucesso e está sendo observado pelo resto do mundo, pois cresce e avança para obter resultados ainda maiores dos que os já alcançados até o momento. Investir nas negociações virtuais deixou de ser luxo ou “plus” para as empresas, agora representa uma estratégia comercial de quem deseja vencer em seus negócios.

 

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