E-commerce 2017: o que esperar?

E-commerce 2017: o que esperar?

Planejar-se de maneira eficiente é fundamental para o sucesso em qualquer atividade, como também é no e-commerce 2017. Após o período de boom das vendas no Natal, as encomendas online tendem a diminuir consideravelmente nas primeiras semanas do ano, do mesmo modo em que os pedidos de devoluções e trocas de produtos aumentam muito.

E-commerce 2017: entenda o perfil do consumidor

Entender o perfil do comportamento do e-shopper nessa época do ano é essencial para o empreendedor traçar estratégias adequadas para atrair bons resultados. Mas como descobrir o que o consumidor tem em mente? Dialogando com ele e fazendo pesquisas de hábitos de consumo constantemente, afinal os hábitos que influenciam o processo de compras estão sempre em mudança.

 

Da mesma forma, desenhar ações especiais para as datas com maior potencial para atrair os consumidores é algo que deve ser feito com muita antecedência. Nem todos sabem, mas o Dia do Consumidor, dia 15 de março, tem o objetivo de aquecer as vendas online em um período sem datas sazonais, que vai de janeiro a abril, antes do Dia das Mães.

O E-commerce 2017 não se abalou na crise

Mesmo durante a crise econômica, o e-commerce é um dos raros setores que manterão crescimento neste ano, embora em ritmo menor do que o registrado em anos anteriores. Números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apontam avanço de 12% do comércio eletrônico nacional em 2017, com faturamento de R$ 59,9 bilhões e mais de 200 milhões de pedidos nas lojas virtuais. Vale lembrar que, no ano passado, o setor cresceu 11% em relação a 2015, faturando R$ 53,491 bilhões e cerca de 179 milhões de pedidos.

 

Já de acordo com dados da ebit, a categoria “Livros/Assinaturas/Apostilas” foi a campeã em volume de pedidos no e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2016, respondendo por 14% do total, seguida por “Eletrodomésticos”, com 13% e “Moda e Acessórios” e “Saúde/Cosméticos e Perfumaria”, ambas com 12%. É bom ficar ligado!

 

Por Ricardo Laureano Siqueira, fundador e CEO da KOIN.

 

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