Segmentação: A indústria alimentícia no e-commerce

Segmentação: A indústria alimentícia no e-commerce

Muitas empresas do ramo alimentício já ingressaram no e-commerce em diferentes propostas, seja no sistema de entregas de comidas prontas, ou da mesma forma que efetuar a compra pessoalmente no mercado, onde é possível escolher os produtos e a quantidade desejada. Após este processo, é só aguardar e em poucos minutos as compras são entregues na casa do cliente.

 

O maior varejista nesse segmento é a rede de supermercados norte-americana Walmart, que possui o sistema de entregas em Porto Alegre e Curitiba. Flavio Dias, diretor de e-commerce no Brasil informa que até o fim do ano serão implantadas mais cinco categorias no site. Carlos Fernandes, vice-presidente administrativo da rede no Brasil afirma que em breve o Walmart levará o sistema de e-commerce de alimentos para os supermercados da região do Nordeste.

 

O site da empresa foi lançado no ano de 2008 e já possui mais de 50 mil itens em seu portfólio, todos divididos em 17 categorias. As vendas no ano de 2009 superaram em 2,5 vezes o plano traçado pela varejista. Para o site, a expectativa é chegar a 100 mil itens até o final do ano.

 

O e-commerce de alimentos não é mais uma tendência. Nos dias atuais essa prática está cada vez mais possível e fácil de ser efetivada, já que os consumidores estão prezando pela comodidade e facilidade. É tentador estar em casa e ao precisar de verduras para a próxima refeição, não se dar ao trabalho de escolher, simplesmente aguardar em casa a chegada de todos os produtos.

 

Não é apenas para os grandes varejistas que o comércio eletrônico é uma ferramenta viável. É interessante pegar os bons exemplos e aplicar nas pequenas empresas, que usam o comércio eletrônico para uma carreira de sucesso.

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