Sem clientes, lojistas jogam pôquer durante expediente

Sem clientes, lojistas jogam pôquer durante expediente

Lojas vazias, cartazes promocionais rasgados e uma declaração: “Há mais vendedores do que clientes aqui. Agora, todo mundo compra pela internet”. Esta é a nova realidade do mercado que fora o mais ativo do distrito Zhongguancun, conhecido como o Vale do Silício da China.

 

A web ajuda a melhorar a produtividade e a eficiência das transações, mas o comércio tradicional está ficando para trás, especialmente livrarias, redes de roupas, produtos eletrônicos e agências de viagens. Por lá, os lojistas do varejo tradicional fecham as portas ou aguardam os poucos consumidores surgirem, enquanto jogam pôquer para passar o tempo.

 

O progresso das negociações virtuais no país mais populoso do mundo corre em ritmo acelerado. Dados apontam que o e-commerce pode contribuir com 22% do crescimento da produtividade do país até 2025, elevando o PIB anual chinês para 14 trilhões de yuan, cerca de 2,2 trilhões de dólares.

 

Segundo o Centro de Informações sobre Redes de Internet da China, em 1998 havia no país 2,1 milhões de internautas. Até junho de 2014, esse número saltou para 632 milhões, sendo que 83,4% usam a internet, inclusive, por smartphones.

 

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, estimula a nova economia, e o diretor da Secretaria Nacional de Estatísticas, Ma Jiantang, declara “a expansão das empresas ligadas à internet é onde depositamos as nossas esperanças”.

 

Fica evidente que a expansão do mercado virtual é um fenômeno mundial, obrigando empreendedores a se adaptarem para sobreviver no mundo dos negócios. Por isso, aposte no e-commerce, planeje e invista hoje em sua loja virtual!

 

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