“UX” a experiência do usuário levada ao seu nível máximo

“UX” a experiência do usuário levada ao seu nível máximo

e tempos em tempos notamos uma nova tendência, um novo conceito e uma nova modalidade de design. Agora, não é diferente, o termo da vez é o “UX”, sigla esta que representa o “User Experience”, ou seja, a experiência do usuário envolto ao design e layout de um e-commerce. Relativamente simples, não? Não! E, justamente por se tratar de um tema tão complexo, iremos elaborar uma saga de posts contemplando este assunto, sendo que estes irão ao ar todas as quintas-feiras!

 

Primeiramente, vamos ao que se trata!

 

De acordo com a pirâmide de Maslow, o homem tem necessidades hierárquicas como podemos ver na imagem abaixo, sugerindo que as necessidades humanas mais básicas são de ordem fisiológica e o seu nível máximo é a auto-realização. Este é o conceito base da tendência UX. Veja, Aarron Walter, um dos grandes nomes a definir o que é o “UX” em seu renomado livro “Designing For Emotion” (O Design Para Emocionar – tradução livre) desenha o paralelo entre Maslow e o que, nós desejamos ao navegarmos na internet.

De acordo com esta teoria, um site, blog ou e-commerce tem de ser o quão funcional, utilizável e viável possível, de modo a transmitir, antes de mais nada, emoção, para então conquistar o consumidor. Ainda realizando um paralelo entre a Experiência do Usuário e a Pirâmide de Maslow: é preciso proporcionar prazer ao consumidor para atrair sua confiança e, consequentemente, sua preferência.

 

Dentre as estratégias de design emocional que surtem um real resultado, destacam-se dois aspectos: ou você inova, trabalhando uma linguagem que ultrapasse os limites do que você, tradicionalmente, faria, ou então, você incorpora um estilo, uma linguagem e um trabalho que, com o tempo, caracterize sua marca, dando forma a ela.

 

Os elementos do design emocional

 

O principal intuito desta modalidade de design é criar uma conexão agradável com o usuário, provocando no mesmo sensações, emoções e memórias positivas objetivando a interação futura dos consumidores.

 

Os consumidores expostos a layouts e designs agradáveis são, majoritariamente, mais propensos a tolerar situações contrárias às suas vontades, além de pequenos contratempos, enquanto pessoas expostas a um layout pobre os deixa intoleráveis, irritados e propensos a reagirem da pior maneira aos problemas, independente da ordem ou gravidade do mesmo.

 

Temos um encontro marcado sobre “UX” para a próxima quinta, empreendedor, até lá!

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